já não é mau.
Nos últimos anos, tem havido uma enorme vaga de popularidade em torno do romance histórico: tira alguma conclusão disso?
Não é um fenómeno dos últimos anos, isso sempre existiu. Todo o romance é histórico. Aí entramos num terreno pantanoso, que é o terreno da não-literatura. As pessoas compram isso da mesma maneira que vêem novelas. Não exige uma atitude activa do leitor. Estamos ali a receber aquilo passivamente. Mas isso sempre existiu. Sempre há-de existir. Não faz mal a ninguém. Enquanto lêem aquilo não se drogam. Já não é mau. Agora, fazer livros é uma coisa, ser escritor é outra. Quando algumas pessoas que fazem esses livros dizem «Pus os portugueses a ler»…
Entrevista de Carlos Vaz Marques a António Lobo Antunes
Revista Ler, Maio 2008


















LOOOOOOOOOOOOL
Enqt lêm aquilo não se drogam! :D
e passar a manhã de sexta a ouvir falar de telenovelas e rir-me que nem uma parva porque só me lembrava do “pelos menos não se drogam” :DDDDDDD