deal with it
não vale a pena contar com o dia em que deve correr tudo bem. muito menos com a manhã em que corre tudo bem. o mais certo é o dia acabar com tudo a correr mal, e a única coisa certa é a disposição certa para embirrar com tudo. aliás,o dia acaba com a certeza que tudo existe para me irritar. a única função do computador, do volume da tv, do aspirador da vizinha, é a de dar-me nos nervos.
hoje a dose é maior.



















Quando se merece, merece-se.
Where do u get the money to buy this HQ spirits? Do u have a side job :) ?
porquê? estás a oferecer-te para sustentares os meus vícios ou estás só a ser mal-educado pela 2ª vez?
ou quem é que te deu a ideia de te achares no direito de fazer observações deste tipo?
de qualquer maneira, agradeço a tua genuína manifestação de preocupação com o meu bem-estar.
De todas essas afirmações apenas foste fiel à verdade em uma. Em relação aos comentários, não tornarei a ser “mal-educado” com nenhum. Boa noite e boa vida.
é sempre terrivelmente fácil fazer-se dos outros os maus da fita. especialmente contra a própria estupidez.
há que enfrentar os factos de uma forma coerente com a correcção que se exige na relação entre duas pessoas.
o corte extremo, do tipo “boa vida”, que tanto se iguala a “boa morte” – mas politicamente correcto – , não resolve nem adianta. mais tarde chegará outro momento igual. não é assim que se criam laços com a raposa.
se se ofende, pede-se desculpa e discute-se o assunto. se não queríamos ofender mas, como não temos sensibilidade para as nossas palavras, ofendemos sem intenção, pedimos desculpa e discutimos o assunto.
não cortamos com as amarras só porque elas não são sempre confortáveis.
@ violador(@) só viola porque a vítima se ofereceu para tal, dizem algumas teorias. a vítima, na verdade, é a culpada. será assim?
no casino, o jogador não perde dinheiro, o jogo é que lho tira.
convenhamos que se não formos humildes e esquecermos de ver a nossa cara no espelho, a nossa vida está facilitada… mas só a nossa, porque só nós queremos ser cegos, os outros continuam a olhar e ver-nos a sermos o que somos… umas vezes tão simpáticos e agradáveis e, outras, insensivelmente ofensivos e convenientemente ofendidos com o vácuo.