ódiozinhos de estimação

muahahahaaha

entrevista da SIC a Kiri Te Kanawa, sobre dueto com Mariza, no Casino Estoril

How was the meeting for the first time, with a voice from fado?

- Good. It was good. Thank you.

And why mariza?

I don’t know anybody else. I don’t know fado

e a mariza partilha connosco que cuida do seu instrumento “dormindo 8 a 10 horas”

é pena… mais umas horitas e não tínhamos que a ouvir…

(este partilho contigo )

~ por salamandrine em Junho 27, 2008.

11 Respostas to “ódiozinhos de estimação”

  1. porquê?

  2. porque o ódiozinho de estimação é meu. e há-de vir o dia (ou não) em que eu tenha que justificar a melhor de todas as razões. a minha.

  3. outro dia que está para vir é o da simpatia. odiar o “mundo” só porque sim, chega a ser cliché.

  4. e no entanto, é-me tão óbvio, mesmo para quem não goste de fado, que para além da pinta de trejeito vedeta que vai vender bué lá fora, a boquinha e as roupas para turista, me lembro assim, de repente da Cristina Branco, da Aldina Duarte, a Mafalda Arnauth ou a Ana Moura….

    e mesmo assim, a minha razão ainda conta mais. e é muita razão para uma coisa coisa loura e chata.

  5. o mundo? LOOOL
    isso é que é extrapolar! e ofensivo possa! comparar a loura chata com o mundo.

    e a simpatia está definitivamente overrated. e não é, definitivamente, para ser esbanjada com quem tanto gosta de tentar avaliar os outros com pop-quiz.

    se estou enganada, desengana-me. mas a tua simpatia, por aqui, nunca se viu. só vontade de ping pong. e lamento, não me sinto na obrigação de entrar em jogos. gosto mais de conversas honestas, sem espelhos.

  6. um abraço

  7. ora, dois. os abraços são para se esbanjar.

  8. :D:D:D:D:D:D

    Eu também acho que devia dormir ainda mais. E poupar o instrumento. Não andar aí pelo mundo a desgastá-lo. Ler muito. Num refúgio nas montanhas. Tibete ou assim. Everest. Longe

    >:>

  9. tadinhos dos monges….. a gaja ainda dava em cantar mantras.

  10. salamandrine, chego tarde a estes comentários. obrigado por teres esclarecido o senhor “eu”, muito mais simpático do que tu no seu “eu” cínico.

    e, fujamos do género, não esqueçamos o Camané. como dizia a Aldina Duarte à Paula Moura Pinheiro: ” a Mariza? ah, sim a Mariza veio cair no vazio criado pela Amália em termos de visibilidade. mas foi o Camané quem abriu as portas internacionais aos novos protagonistas. a Mariza, sim, é a imagem.” e espero que não venham com a ideia de inveja, que a Aldina tem mais em que pensar. :)

  11. não falei no Camané porque podia ser acusada de pouco objectiva. e eu estava a tentar ser objectiva. estamos a falar de fado. fado e Mariza. o Camané era um desvio padrão do caraças :P

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