plaster
todos os dias, por volta das dez da noite, faço figas com ele. paro por um bocado e ouço, quase tão ansiosa quanto ele, o esforço do motor de arranque, as voltas da chave na ignição, o medo que afogue. ouve-se o motor, sorrimos os dois e agradecemos mentalmente ao velho punto vermelho.
quase todos os dias, por volta das onze da noite, ela apanha ou estende roupa, maltratando o estendal cujas roldanas não vêa;em óleo há uns cinco anos.









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