e o agora foi a Norte
Em dias que parecem mais e que já se distanciam num espaço onde não cabe a realidade, onde lutamos por nos agarrar, com todos os bocadinhos de memory helpers e conversas com quem nos pode compreender: os que também lá estiveram.
4 dias intensos, de música, êxtase, amor, amigos, sol e chuva.
As saudades e a alegria dos Suede, o delírio com os Yo La Tengo, a alma do Rufus, a minha alma com os Wilco, a alma toda com o Mangum. E a puta da loucura do Warren Ellis, o arranque saboroso de Bigott, a chuva e o vinho e os Siskiyou.
E todos os intervalos: a bicha fedorenta, a casa cheia de luz, torradas e chá pela madrugada dentro, gargalhadas, parvoíces, carros da polícia por taxis, batatas fritas, comida vegan (ai eu). A outra metade dos genes.

A estranheza de algumas criticas mornas a concertos que vivemos com a alma, a voz rouca e as pernas já sem forças. Who cares. Estivemos lá, à frente, sempre que quisemos, a curtir na relva, quando quisemos menos. Mas nada soube a morno.






























:** <3<3<3
:DDDD
:)********
confesso que até tinha medo de vir aqui pós-primavera <3 lindo de morrer****
:)***