A beleza, pensava Brunilde, entre lazer e lazer. Que não se foda a beleza, mesmo quando eles, os humanos, forem etéreos como brisas. Belas brisas, fiapos pensantes.
Ou então, como um caligrama perfeito, como um poema em carne sedosa, eu não tive razão de ser. Nada teve razão de ser nem uma catedral gótica, nem um templo de materiais preciosos, nem a seda, nem o ouro, nem o polimento do mármore e do jade. Nem eu.


Maria Velho da Costa, Myra
Assírio & Alvim

~ por salamandrine em Janeiro 15, 2009.

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