caraças, pá!

a tua sorte são os clonix!
e como as melhores séries são como as cerejas, subverti a cena. talvez não as classificasse a todas como as melhores (de acordo com o meu critério), mas são as que lembro com mais carinho e devoção.

 

as curvas a 90º do Automan e as vezes que ainda me lembro dele, sempre que olho para a pilha de livros aqui ao lado.

as fotos do Apollo da Battlestar Galactica na minha carteira de pré-adolescente. já na altura não achava graça a louros e só liguei ao Starbuck quando começou a dar no focinho ao Mr. T da A Team, com a sempre nobre desculpa de o conseguir enfiar num avião.

o McGuiver, ofcrosse. até hoje trago espécies de canivetes suiços na mala, na esperança de um dia salvar o mundo. ou uma colega que se fecha na casa-de-banho e depois não consegue abrir a porta (based on a true story).

com o House e o Sherlock Jeremy Brett Holmes encontrei as minhas almas gémeas, os seres a que aspiro ser e nos quais encontrei (finalmente) role models no relacionamento com os outros. o Sherlock Holmes tem a vantagem de ter meio-mundo a acreditar que ele é fruto da imaginação de outro gajo.

obviamente, como gaja crente em todas as possíveis conspirações de todos os governos, sendo também uma gaja optimista e crente que tem que haver vida melhor do que a que habita este planeta, tenho os X-Files (pelos menos as primeiras 3 temporadas) como a melhor série de sempre.

no prémio “melhor certificação de que esta raça é apanhada dos cornos” é o Twin Peaks quem leva o 1º lugar (logo, um lugar muito nobre no meu coração).

quase esquecia (como é possível?!) a ternura de um Southpark e o amor filial do Dexter – seria a irmã que sabe tudo e que ele não tem que matar. os sonhos que me acompanham no horário 9 to 5 confirmam-no.

e não, não vou confessar que adorava a Casa na Pradaria e sonhava ter a Laura como amiga. good old long gone dead times. tenho a desculpa de ser, na altura, pré-pré-adolescente.

 

e como tu és mesmo má pessoa e para além de me meteres em correntes, já me mataste um dos links a quem chatear, aqui vai disto:

teoria da desilusão
M Imaginário
já cheiro o samádhi
Scotch Gin and Soda

se algum já se viu enfiado na corrente antes, TOUGH LUCK. mandem-me pastar que não sou susceptível. já o Estíd Make-Sick é um ser delicado e uma gaja tem ser sensível.

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~ por salamandrine em Maio 24, 2009.

9 Respostas to “caraças, pá!”

  1. Tou tramada…
    Prometo tratar disso ainda esta semana :) Pós IBM labour…

  2. a culpa é do Mourinha…. :)))) chiça esqueci-me do xérloque…do House….do Southpark….o Battlestar Galactica de que tu gostas é o errado!!!! neste o Starbuck é uma gaja :))))

  3. tu é que gostas do errado, oh puto! e o outro podia ser louro, mas passar a ser uma gaja?! o melhor amigo do Apollo??? sinceramente!

    e se ele culpa o Mourinha, eu posso-o culpar a ele. chateia o gajo, sibling :P

  4. Xiiii :))) Ok, vai ser difícil não repetir a tua lista, mas vou abrir o baú a ver o que sai :P

  5. :D

    reclamações é favor dirigir ao indivíduo aí em cima.

  6. és uma querida a chamar-me puto…

  7. vais levar, puto!

  8. pensei nisto ao longo de vários dias. não estou mesmo a ver o que responder. não tenho ideia de gostar de alguma coisa destas assim de tal maneira que… não estou mesmo a ver-me responder. :S e… é isto. não sei. mesmo. :(

  9. LOL :D

    gostavas da Criminal Minds e do Dexter. ok, não da maneira que um verdadeiro drogado gosta, mas fazias questão de mudar de canal parar ver, e às vezes até te esquecias do zapping nos intervalos >:>

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