Não-Lugares

não-lugares
Não se trata já de saber para onde vamos mas sim de perceber onde estamos: a “impossível viagem” quando o lugar não existe, quando o espaço é indefinido, quando o passado se confunde com o presente e o futuro. Só as palavras contêm e mostram o sentido. Nos não-lugares cada vez mais se cruzam os destinos irrequietos e perdidos numa experiência crua da solidão disfarçada pela aparência de uma superabundância de comunicações, afinal apenas fingidas.


Marc Augé, Não-Lugares

90º Editora

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~ por salamandrine em Maio 2, 2010.

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