desassossego

sai-se da sala com a sensação de fazer parte do sonho. mais um fragmento, uma espécie de vida. um silêncio imenso toma conta de tudo. as imagens à minha volta parecem soltas; navego como num sonho. mistura-se Pessoa, Soares e Cláudio Silva. Botelho deve andar por ali, mas nunca se deu por ele. tudo aquilo, toda a sensibilidade, os espaços, cada lugar, texto escolhido, personagem interpretada, são fruto de uma sensibilidade que não se acredita pudesse ser outra, de outra maneira, com outra(s) voz(es).

desassossego

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~ por salamandrine em Outubro 2, 2010.

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