Reconhecimento do território

Quem me conhece deverá estar neste momento muito orgulhos@ de mim: dois dias de feira, duas viagens e nenhuma compra. PEC oblige. Este ano terá que ser mesmo assim. Planos para 2, tolerância para 3. Quase que sinto uma dor física (a da alma sinto mesmo, e rói cumó caraças no sobe-e-desce da FL).

Ainda assim, com PEC ao comando, a Feira é a Feira. A presença dela a escassos metros do The Office, é motivo para me deixar ansiosa ao fim do dia.

Este ano os espaços de comida (e bebida) são bem mais agradáveis e com muito mais variedade. Maravilhosa sandes de queijo de cabra em esplanada de puffs.

Nos contras: este ano os pavilhões parecem ter sido alinhados de maneira intercalada, em vez de costas com costas, o que torna muito difícil a circulação em zigue-zague. É uma guerra para passar entre pavilhões e não perder algum de um ou outro lado. Estas falhas que parecem pequenas, interferem de facto com coisas que são, ou deviam ser um dado adquirido da feira e ajudam a matar o espaço, já bastante atacado pelos grandes grupos.

A Leya tem Jazz ao fim do dia. Da escola do Hot Club. Parece bem e soa bem, não fora a tradição, neste caso, ainda ser o que era: os alarmes a sobreporem-se ao som do Jazz.

O túnel da Babel, com cheiro a tinta e sensação de claustrofobia, a prometer maravilhas para os dias quentes. Saí de lá de dentro mal-disposta, zonza e sem a mínima vontade de voltar a entrar. Lá dentro, como promete cá fora, uma espécie de sarcófago.

O espaço da Porto Editora é muito parecido ao da Leya, mas, diga-se, mais agradável, e mesmo sem conseguir explicar porquê, não lhe sinto no ar a mesma pinta de centro-comercial que me irrita no da Leya.

De resto, este ano, parece-me que sinto os pavilhões mais tristonhos e vazios. A Cavalo, a Assírio, a Relógio, a Cotovia e a Antígona parecem mais pequenas, com menos oferta. Talvez seja só o cinzento dos primeiros dias. Espero pelo Sol e as primeiras imperiais debaixo das árvores.

E as compras. Claro. (à medida do PEC, prometo).

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~ por salamandrine em Abril 30, 2011.

3 Respostas to “Reconhecimento do território”

  1. Combinado?

  2. dia e hora? :P

  3. Diz tu por sms… mas sem chuva

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