as vezes em que me lembro que adoro Lisboa

• leituras no Dª Maria, com os Artistas Unidos;
• o Largo de S. Domingos ao fim da tarde, cheio de gente, cheio de etnias, línguas e sotaques;
• a Ginjinha – a melhor – num banco do Rossio;
•subir os Restauradores quando o Sol começa a esconder-se atrás dos prédios da Avenida da Liberdade.

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~ por salamandrine em Maio 20, 2011.

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