nada de grandioso

Nessas condições era natural que estivesse deprimido, como o é para todo aquele que ainda faça uma ideia daquilo que a vida poderia ser e não é. A depressão transforma-se num direito, quando olhamos à nossa volta e não vemos nada nem ninguém que nos inspire, quando o mundo parece resvalar para um pântano de inépcia e de tacanhez materialista. Já não há ideais, já não há fés, já não há sonhos. Já não há nada de grandioso em que acreditar; nem um mestre que nos sirva de modelo.


Tiziano Terzani, Disse-me um Adivinho

tradução de Margarida Periquito
© Tinta da China

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~ por salamandrine em Junho 9, 2011.

3 Respostas to “nada de grandioso”

  1. Perdeste um concerto do caralhinho, só te conto; e não venhas cá desafiar com o S. Jorge que eu não sou santo e tu queres é a minha desgraça
    Resumindo e antes que me esqueça: tenho aqui à tua espera (dia/local/hora a combinar) «O Passageiro Walter Benjamin»

  2. Não te armes em mete-nojo, que não tenho dúvidas que tenha sido grande concerto. Mas já tinha comprado bilhetes para 3 dias no S. Jorge: 15, 24 e 25 :S Não há orçamento que aguente.

    Temos que combinar uma tarde no Café no Chiado :D

  3. Bora, dá-te jeito 3ª ao fim da tarde?
    Confirma pelo meio habitual

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