já venho. dizes tu.

entrei de férias à espera de desatar o nó que me vem atrofiando o cérebro. outros nós se fazem (sempre) e se imiscuem entre mim e o que me espera. o que vou deixando em espera. o que está sempre à espera que eu tenha tempo, que a minha cabeça tenha disponibilidade, que reencontre o prazer nos livros e nas letras; prazer tão perdido, tão diminuído, por andar sempre tão entregue a tarefas e temas tão desinteressantes e, no fim, tão “pequenos”.

um dia sai-me o euromilhões. seria uma boa dondoca.

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~ por salamandrine em Setembro 28, 2011.

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