Um homem

•Agosto 18, 2014 • Deixe um comentário


António José Forte

( )

•Julho 24, 2014 • Deixe um comentário

a verdade é que nunca vivi sozinha.

( )

•Setembro 4, 2013 • Deixe um comentário

o que nunca há-de ver.
o que nunca há-de ser.

( )

•Setembro 2, 2013 • Deixe um comentário

Soube então, com humildade, com perplexidade, num arranque de mexicanidade absoluta, que éramos governados pelo acaso, e que nesse temporal todos nos afogaríamos, e soube que apenas os mais astutos, não eu, certamente, se iam manter à tona um pouco mais de tempo.


Roberto Bolaño, Detectives Selvagens

tradução de Miranda das Neves
Teorema

( )

•Agosto 7, 2013 • Deixe um comentário


Fechar a porta

•Agosto 7, 2013 • Deixe um comentário

( )

•Agosto 7, 2013 • Deixe um comentário

Lá fora as pessoas caminham depressa, encolhidas, não como se esperassem uma tempestade mas como se a tempestade já ali estivesse.

 
Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 250 outros seguidores